Archive for the Um Pouquinho de Tudo Category

Afinal, hoje é dia 08 de março.

Posted in Cultura, Um Pouquinho de Tudo on março 8, 2010 by Henrique André

Hoje é o Dia Internacional da Mulher, e nada mais justo do que uma homenagem às guerreiras que honram o nosso país…

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“As mulheres do Século XVIII eram submetidas à um sistema desumano de trabalho, com jornadas de 12 horas diárias, espancamentos e ameaças sexuais.

O Dia Internacional da Mulher, 8 de março, está intimamente ligado aos movimentos feministas que buscavam mais dignidade para as mulheres e sociedades mais justas e igualitárias. É a partir da Revolução Industrial, em 1789, que estas reivindicações tomam maior vulto com a exigência de melhores condições de trabalho, acesso à cultura e igualdade entre os sexos. As operárias desta época eram submetidas à um sistema desumano de trabalho, com jornadas de 12 horas diárias, espancamentos e ameaças sexuais.

Dentro deste contexto, 129 tecelãs da fábrica de tecidos Cotton, de Nova Iorque, decidiram paralisar seus trabalhos, reivindicando o direito à jornada de 10 horas. Era 8 de março de 1857, data da primeira greve norte-americana conduzida somente por mulheres. A polícia reprimiu violentamente a manifestação fazendo com que as operárias refugiassem-se dentro da fábrica. Os donos da empresa, junto com os policiais, trancaram-nas no local e atearam fogo, matando carbonizadas todas as tecelãs.

Em 1910, durante a II Conferência Internacional de Mulheres, realizada na Dinamarca, foi proposto que o dia 8 de março fosse declarado Dia Internacional da Mulher em homenagem às operárias de Nova Iorque. A partir de então esta data começou a ser comemorada no mundo inteiro como homenagem as mulheres ”. [Arte e Educação]

No meio do caminho havia uma bola…

Posted in Humor, Um Pouquinho de Tudo on outubro 31, 2009 by Henrique André

Já imaginou chutar uma bola de futebol que pesa mais de 1kg? E o pior, chutá-la sem saber que não é uma bola convencional? Assista:

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A evolução da Gorduchinha
(Revista Galileu)

Começo do século 20

A bola de couro curtido tinha uma grande costura no meio, prejudicando a precisão dos chutes.

Anos 40

Novas técnicas eliminam a costura e impedem que a bola se deforme com o uso, o que era muito comum.

Anos 60 e 70

As bolas ganham impermeabilização e não ficam mais pesadas em dias de chuva. A Fifa libera a cor branca.

Anos 80

A bola Tango, lançada na Copa de 1978, ganha o mundo. Surgem os materiais sintéticos, que dão mais durabilidade.

Copa de 2002

Chega a Fevernova. Uma camada sintética com microbolhas de gás aumenta a devolução de energia nos chutes.

Haja mala no futebol brasileiro!

Posted in Esportes, Um Pouquinho de Tudo on outubro 29, 2009 by Henrique André

elas podem até decidir um campeonato.
As chamadas “mala preta” e “mala branca” já fazem parte da cultura do futebol brasileiro. Mas você sabe distingui-las?

malas

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Bom, vou tentar defini-las da maneira mais simples possível:

Mala Preta: Incentivo financeiro dado – por terceiros – à uma equipe, para que esta modifique o resultado de uma partida. Na maioria das vezes, a equipe que recebe este dinheiro tem a missão de fazer “corpo mole” dentro de campo e entregar a partida para favorecer ao “dono da mala preta” .

Mala Branca: Incentivo financeiro dado – por terceiros – à uma equipe, para que esta vença uma partida.  Assim, estará beneficiando diretamente o  “dono da mala branca” e é claro, a sua própria equipe.

Sérgio Santos Rodrigues
Código Brasileiro de Justiça Desportiva: O Título IX, que trata das infrações contra a moral desportiva, aborda em seu Capítulo II a corrupção, a concussão e a prevaricação. Os artigos 242 e 243 tipificam as seguintes condutas:

“Art. 242. Dar ou prometer vantagem indevida a membro de entidade desportiva, dirigente, técnico ou atleta, para que, de qualquer modo, influencie o resultado de partida, prova ou equivalente.
Pena: eliminação.
Parágrafo único. Na mesma pena incorrerá o intermediário”.

“Art. 243. Atuar, deliberadamente, de modo prejudicial à equipe que defende.
Pena: suspensão de 180 (cento e oitenta) a 360 (trezentos e sessenta) dias.
§1º Se o atleta cometer a infração mediante pagamento ou promessa de qualquer vantagem, a pena será de suspensão de 2 (dois) a 4 (quatro) anos e eliminação na reincidência.
§2º O autor da promessa ou da vantagem será punido com pena de eliminação.”

Analisando estes artigos,  podemos concluir que:

A mala preta é ilegal, pois o profissional modifica o placar da partida, prejudicando a sua própria equipe, assim, acaba se enquadrando no artigo 243, e o “dono da mala” no artigo 242.  Já a mala branca não seria um crime, pois o profissional apenas recebeu um incentivo financeiro, o chamado “bicho”,  para render um pouco mais dentro de campo e, consequentemente, ajudar a sua equipe e ao “dono da mala branca”.

E a ética? Onde fica?

O que se pode discutir é o fato de um profissional precisar de um incentivo financeiro, além do salário pago por sua equipe,  para render mais dentro de campo,  já que o que todo torcedor espera é  que os atletas vistam a camisa do clube, pensando – única e exclusivamente – na vitória e doando o máximo de si dentro das quatro linhas.

Outro ponto importante a ser discutido, é saber o limite que existe entre as duas malas, ou seja:  quem aceita a mala branca certamente aceitaria a mala  preta ou não?  Mas, por sua complexidade, este é um assunto para os próximos capítulos.

A calçada como local de trabalho.

Posted in ** Meu Portfolio, Um Pouquinho de Tudo on setembro 29, 2009 by Henrique André

Centenas de pessoas utilizam as calçadas e os lugares públicos de Belo Horizonte como local de trabalho. Para isso, precisam de uma licença fornecida pela prefeitura. Assista:

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Vale lembrar que: quem tem a licença da prefeitura para trabalhar em lugares públicos, não é considerado ambulante.

Leia um artigo publicado aqui no Henriquecendo, sobre o “Ambulante mais louco de Belo Horizonte”. Clique Aqui

Leia também, um artigo publicado sobre “Os flanelinhas de Belo Horizonte”. Clique Aqui

O dilema de um bígamo. ParteII

Posted in Um Pouquinho de Tudo on setembro 24, 2009 by Henrique André

A festa da família Palestra:

(…) É, como era de se esperar,a festa da família Palestra teve muita emoção e muita troca de farpas entre os amores da vida de Kléber, nosso personagem.

Tímido e deslocado pela presença da moça, que viera de São Paulo, o protagonista desta história não curtiu muito a comemoração. Ficou quieto, isolado, não quis participar da festa com os amigos e preferiu ir embora mais cedo. Mas antes de deixar o buffet, ainda teve tempo de causar uma pequena confusão e parece ter complicado ainda mais o seu relacionamento: Kléber foi ao encontro da jovem paulista, que gritava seu nome, e deixou enfurecida a namorada mineira.

O sogro, por sua vez, ficou pensativo, talvez arrependido da opinião dada antes da festa: dissera que queria dez homens como o seu genro, dentro da família… Será que mudou de ideia?

Agora é aguardar o desfecho deste relacionamento. A namorada vai dormir e vai acordar com a cabeça mais fria. Talvez,decida o futuro do namoro. Já o Kléber, que anda fazendo de tudo para sair dessa relação, continua aguardando o “aval” da jovem mineira, para voltar aos braços do seu verdadeiro amor: aquele que o aguarda, ansiosamente, na capital paulista.

O bígamo foi para os braços da amante, diante dos olhos da própria namorada. Vai ser perdoado mais uma vez? Como diria um conhecido: Vamo aguardar!

O dilema de um bígamo.

Posted in Um Pouquinho de Tudo on setembro 23, 2009 by Henrique André

CRÔNICA

Essa é apenas mais uma história de um João, de um José, de um Antônio, ou de um brasileiro qualquer que chamaremos de Kléber, apenas para termos um nome.

o bigamo– –

Kléber namorou pela primeira vez em 2003, com uma mulher madura e acostumada com relacionamentos duradouros, o último deles, de um fulano conhecido como Zetti, o qual namorou por mais de 10 anos. Foi um namoro que começou bem, mas que terminou recheado de raiva e ressentimento. Era hora de conhecer pessoas novas e de respirar novos ares!

Aquele garoto, que acabara de sair de um relacionamento complicado,  resolveu viajar pelo mundo, e fazer um intercâmbio pela Europa. Depois de quatro anos, voltou ao Brasil e conheceu uma outra mulher. Com essa, viveu um relacionamento de amor sincero e de entrega. Mas veja só como é o destino…

Pouco mais de um ano depois de conhecê-la, Kléber teve que se mudar de estado, forçado pelos pais, e acabou tendo que deixar a sua amada para trás.

Chegando na nova cidade, o jovem se estranhou com algumas pessoas, brigou, falou mais do que devia, mas tudo por conta de um grande amor que deixara em São Paulo. Mas aos poucos  foi se acostumando, e um novo namoro começava a se engatilhar pelos lados da Pampulha, bairro tradicional de Belo Horizonte. Nos dias de hoje, eu chamaria de um “rolo”, uma “ficada”. A moça, que ainda tentava esquecer um antigo namorado, um sujeito chamado Alex,  ficou seduzida e completamente apaixonada por Kléber, mas o garoto ainda estava com a cabeça bem longe daqui.

Com o dinheiro que sobrava no final do mês, Kléber aproveitava e viajava para São Paulo, onde visitava amigos, parentes, e é claro, o seu grande amor. Mas nada de envolvimento, nada de traição: era apenas uma visita respeitosa…

Mas estas visitas não soaram muito bem pelas bandas mineiras, e a moça que à princípio acolheu e jurou amor eterno ao jovem paulista, começou a questioná-lo, e o namoro foi ficando cada dia mais conturbado. Hoje, eles continuam morando juntos, mas o fim do relacionamento parece cada dia mais evidente.

O senhor Zezé, o pai da moça, surpreendentemente se mostrou favorável às atitudes do genro. Para ele, o rapaz é um bom moço, mesmo tendo o coração divido por dois grandes amores, e por isso, a filha deve respeitá-lo.

E o pior parece que ainda está por vir! A jovem paulista desembarcou ontem em Belo Horizonte, e hoje – numa festa de família (as duas são de origem italiana) – ficará cara a cara com a moça mineira. Todos estão querendo saber qual será a reação de Kléber, pois a atual namorada está se sentindo traída, e a ex, está cada dia mais confiante num retorno em 2010.

… continua.

* Lembrando que o nome do personagem é fictício.

Não pode chover na cidade sede…

Posted in Um Pouquinho de Tudo on setembro 16, 2009 by Henrique André

Tempestade em Belo Horizonte…
Estávamos à caminho da Cidade do Galo, em Vespasiano, quando uma forte chuva caiu em Belo Horizonte: foram cerca de 20 minutos com bastante água e granizo. Paramos sob um viaduto na Av. Cristiano Machado e quase fomos levados pela água. Assista:


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… se chover assim em 2014 e nada for feito, vai ter gringo boiando por todo lado.

* Leia também – Um ponto a menos para a cidade-sede da Copa de 2014: