Archive for the Cultura Category

Participando do 98 Futebol Clube

Posted in ** Meu Portfolio, Cultura, Esportes, Humor on outubro 15, 2010 by Henrique André

Eu e o Paulo Azeredo, repórter da Rádio Inconfidência, fomos os convidados do programa 98 Futebol Clube de 12/10/2010.

Ouça o programa na íntegra (Clique nos links abaixo):

PARTE I
PARTE II
PARTE III


O programa 98 Futebol Clube vai ao ar de segunda à sexta, de 12 às 14 horas, na rádio 98FM e é líder absoluto de audiência.

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As transmissões esportivas no rádio

Posted in Cultura, Esportes on setembro 28, 2010 by Henrique André

O poder que o rádio tem de prender a atenção dos ouvintes durante as transmissões esportivas é impressionante e, para muitos, inexplicável.

Marcelo Paiva, repórter da rádio Inconfidência, de Belo Horizonte, produziu um rádio documentário que fala justamente da eficiência do rádio nas transmissões esportivas e sobre as entrevistas de gramado [antes, no invervalo e após as partidas]. Clique Aqui para ouvi-lo.

O jornalista Marcelo Bechler, comentarista de futebol do Sistema Globo de Rádio, também abordou o assunto em seu vídeo documentário “É GOL”. Clique nos links abaixo para assisti-lo.

É Gol – PARTE 1/2
É Gol – Parte 2/2

E você? Também acompanha as transmissões esportivas pelo rádio?

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Um por todos – A paixão pelo futebol.

Posted in ** Meu Portfolio, Cultura, Esportes on julho 1, 2010 by Henrique André

Um por todos é um documentário experimental que conta a história de um jogador de futebol e mostra que ela se assemelha à história de milhões de brasileiros.  Assista:

Ficha técnica:

Imagens: Henrique André e Gustavo Espósito.
Edição: Henrique André e Felipe Rezende
Produção e pesquisa: Márcia Collares e Thais Oliveira
Supervisão: Tatiana Carvalho
Personagem principal: Cláudio Caçapa.

Futebol no Cinema

Posted in Cultura, Esportes on junho 26, 2010 by Henrique André

Por Marina Dias

Em época de Copa, tema divide opiniões dos especialistas: dá para fazer um bom filme sobre futebol?

No documentário “Nós que aqui estamos por vós esperamos”, o futebol de Garrincha é comparado à dança de Fred Astaire.

O maior evento futebolístico do mundo está entrando na sua fase mais emocionante, e até mesmo para os amantes do cinema, a sétima arte pode ficar um pouco de lado, para que a Copa do Mundo (que, afinal, só acontece de quatro em quatro anos) receba a devida atenção.

Mas por que não unir as duas paixões em uma só? Na teoria, futebol e cinema deveriam combinar quase o mesmo tanto que futebol e cerveja. No entanto, não há tantas produções cinematográficas sobre o tema, apesar de o futebol aparecer “en passant” em diversos filmes brasileiros e estrangeiros.

Principalmente por ser uma mania nacional, deveria ser um tema muito retratado no cinema do país. Contudo, segundo o cineasta e historiador Ataídes Braga, a produção nacional é pequena sobre o esporte. “Considerando que nós somos a pátria em chuteiras, os registros de futebol deixam a desejar”, afirma. “Mas os que existem são muito significativos em suas épocas”, ressalva.

Ainda segundo Braga, o futebol, quando abordado no cinema nacional, relaciona-se com uma tentativa de compreender a identidade e cultural do país. O foco dos filmes não costuma ser a prática em si. “Futebol é coisa de brasileiro e refere-se à identidade de uma nação. O cinema passa, então, a registrar essas referências”, explica.

Já Victor Melo, organizador do livro “Esporte e Cinema: Novos olhares”, tem uma opinião diferente e afirma que cerca de 165 filmes brasileiros têm alguma referência ao futebol. Ele compara as produções nacionais sobre futebol aos filmes estadunidenses sobre o boxe. “No Brasil, não há muitos filmes de boxe, pois não faz parte da construção da identidade nacional. Daí a presença grande do futebol no cinema brasileiro.”

Divergências à parte, ambos afirmam que não é fácil se captar uma partida de futebol de modo bem feito. Para o cineasta Ugo Giorgetti, diretor dos filmes Boleiros e Boleiros 2, não é possível se produzir um bom filme sobre a prática do futebol em si. “Um grande filme sobre futebol é uma contradição em termos – a partida já é um espetáculo em si. Só tem sentido fazer filme sobre futebol se for sobre alguma coisa que seja única, ou seja, os jogadores.”

Ele acrescenta que é muito difícil filmar ma partida, e que a televisão, para transmitir os jogos, o faz de um modo “careta”. “Para fazer cinema, tem que criar. Entrar no campo para registrar uma partida é difícil. Você se perde na loucura, com muita coisa acontecendo.”

De uma forma ou de outra, o futebol foi sim o protagonista de algumas produções cinematográficas e, se der vontade de ver o esporte fora do frenesi da Copa do Mundo, ai vão alguns filmes sobre tema:

-Linha de Passe (2008)
-Boleiros 2 (2006)
-O Casamento de Romeu e Julieta (2005)
-Garrincha, a Estrela Solitária (2005)
-Gol! (Goal! The Dream Begins) (2005)
-Driblando o destino (Bend it like Beckham) (2002)
-Boleiros (1998)
-Fuga para a Vitória (Victory) (1981)

Além das 4 Linhas – Manuel de Brito Filho.

Posted in Cultura, Esportes on junho 5, 2010 by Henrique André

O repórter Bruno Marun, da Rádio Inconfidência, entrevistou o atacante Obina,  no quadro Além das Quatro Linhas, do  programa Jogo de Cintura…

Durante a entrevista, Obina fala sobre temas que vão além do campo de jogo e revela algumas coisas de sua vida particular. O atacante fala também da expectativa de retornar aos gramados, após um longo tempo de recuperação de uma lesão no tornozelo.

Ficha do jogador:

Nome completo: Manuel de Brito Filho

Data de nasc.: 31 de janeiro de 1983

Local de nasc.: Vera Cruz (BA), Brasil

Altura:1,83 m

Clique Aqui para ouvir a entrevista completa.

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O Santos não é imbatível

Posted in ** Meu Portfolio, Cultura, Esportes on abril 24, 2010 by Henrique André

Apesar dos 93 gols em 27 jogos em 2010, o Santos é um time que falha durante as partidas.

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Muitas pessoas estão dizendo que o atual elenco do Santos (próximo adversário do Galo na Copa do Brasil) é imbatível. Mas pelo que observamos em alguns jogos, como no clássico contra o Palmeiras, por exemplo, o “monstro” não é tão assustador como aparenta ser (naquela ocasião, o time foi derrotado, em casa, por 4X3).

Esta semana, bati um papo com um dos maiores ídolos da história do clube paulista: José Macia, tradicionalmente conhecido como PEPE. Ele estava no Memorial das Conquistas, na Vila Belmiro. Bicampeão Mundial (1958-1962), o “Canhão da Vila” conta um pouco da sua história e dá a sua opinião sobre a equipe santista e também sobre o duelo contra o Glorioso das Minas Gerais. Ouçam: Clique Aqui.

Com certeza será o maior desafio do ano para o time atleticano, mas, por outro lado, é a maior oportunidade de mostrar que no Atlético nunca deixou de ser o GALO FORTE VINGADOR!

Nas arquibancadas serão 64.800 vozes que não vão parar de apoiar e, aproveitando para parafrasear o presidente Alexandre Kalil, “O Mineirão vai virar inferno!”

Afinal, hoje é dia 08 de março.

Posted in Cultura, Um Pouquinho de Tudo on março 8, 2010 by Henrique André

Hoje é o Dia Internacional da Mulher, e nada mais justo do que uma homenagem às guerreiras que honram o nosso país…

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“As mulheres do Século XVIII eram submetidas à um sistema desumano de trabalho, com jornadas de 12 horas diárias, espancamentos e ameaças sexuais.

O Dia Internacional da Mulher, 8 de março, está intimamente ligado aos movimentos feministas que buscavam mais dignidade para as mulheres e sociedades mais justas e igualitárias. É a partir da Revolução Industrial, em 1789, que estas reivindicações tomam maior vulto com a exigência de melhores condições de trabalho, acesso à cultura e igualdade entre os sexos. As operárias desta época eram submetidas à um sistema desumano de trabalho, com jornadas de 12 horas diárias, espancamentos e ameaças sexuais.

Dentro deste contexto, 129 tecelãs da fábrica de tecidos Cotton, de Nova Iorque, decidiram paralisar seus trabalhos, reivindicando o direito à jornada de 10 horas. Era 8 de março de 1857, data da primeira greve norte-americana conduzida somente por mulheres. A polícia reprimiu violentamente a manifestação fazendo com que as operárias refugiassem-se dentro da fábrica. Os donos da empresa, junto com os policiais, trancaram-nas no local e atearam fogo, matando carbonizadas todas as tecelãs.

Em 1910, durante a II Conferência Internacional de Mulheres, realizada na Dinamarca, foi proposto que o dia 8 de março fosse declarado Dia Internacional da Mulher em homenagem às operárias de Nova Iorque. A partir de então esta data começou a ser comemorada no mundo inteiro como homenagem as mulheres ”. [Arte e Educação]