Arquivo para maio, 2010

Imagem (separados na maternidade) do dia.

Posted in Humor, Imagem do dia on maio 30, 2010 by Henrique André

Dolph Lundgren e Márcio Alemão não se conhecem pessoalmente mas, com certeza,  saíram da mesma maternidade…

Dolph Lundgren:

Ator sueco, nascido em 1953. Dolph ganhou fama ao fazer o papel do boxeador soviético Ivan Drago, em Rocky IV. Ele também fez outros filmes no papel de personagens conhecidos, como: He-Man – Os Mestres do Universo (1987); Frank Castle – Justiceiro (1989); Sargento Anderw Scott – Soldado Universal (1992).

Márcio Alemão:

Márcio José Narciso, nascido em janeiro de 1981,  é natural de Flórida-SP. Zagueiro da equipe do Ipatinga, Márcio Alemão (como é conhecido), atuou também em outras 15 equipes, dentre as quais podemos destacar: Palmeiras, Atlético-PR,  Santa Cruz, Juventude e Estrela da Amadora,  de Portugal.

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Assista a matéria feita pela TV Itacaré,  de Campina Grande – PB, comparando o zagueiro do Ipatinga ao ator sueco: Clique Aqui

As curiosidades da quarta…

Posted in Esportes on maio 26, 2010 by Henrique André

Todos os jogos da 4º rodada da Série B do Campenato Brasileiro foram realizados  na noite de ontem.  E haja curiosidades!!

Veja o que aconteceu de interessante nas dez partidas da 2º divisão  do Brasileirão:

  • Dos 10 jogos, apenas o Coritiba venceu como mandante. Mas vale lembrar que o Coxa, mesmo sendo o mandante, jogou fora de casa – em Joinville – já que o Couto Pereira continua interditado. Foram 7 vitórias de visitantes e 2 empates.
  • 4 jogos  terminaram com o placar de 2×1:

Figueirense 1×2 Náutico
Sport 1×2 Icasa-CE
Ipatinga 1×2 Asa-AL
Coritiba 2×1 Brasiliense

  • 4  jogadores marcaram 2 gols:

Borebi, Kempes, Heverton e Rodrigo Gral.

  • Duas equipes ainda não pontuaram na competição: foram 4 derrotas:

Duque de Caxias-RJ e Ipatinga-MG.

  • Do 1º ao 20º colocados, a pontuação segue a ordem 10,9,8,7,6,5,4,3,2,1 e o pontos [com repetições, é claro].

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Veja a  classificação da Série B do Brasileirão 2010:  Clique Aqui

A dinastia da camisa 12

Posted in ** Meu Portfolio, Esportes on maio 24, 2010 by Henrique André

O quadro “Momento do Futsal”, deste final de semana, falou sobre a Dinastia da camisa 12: o maior legado do futsal brasileiro, no qual os maiores jogadores de todos os tempos escolheram o mesmo número…

“Anos 80: Surge para o futebol de salão, Jackson, de Minas Gerais para conquistar o mundo. Jackson foi considerado o melhor jogador dos campeonatos mundiais de 82 (no Brasil) e 85 (na Espanha). Bicampeão mundial. Um dos maiores jogadores de futebol de salão do mundo encantou com seu dribles e chutes com extrema perfeição.

Anos 90: O guerreiro, o líder, o capitão. Vander Iacovino, bicampeão mundial em 92 e 96, o mais jovem treinador que a seleção brasileira já teve. O jogador paulista é um dos maiores ícones do futsal brasileiro. Marcou 87 gols com a camisa da seleção brasileira de futsal

Atualidade: O gênio, o craque, o melhor do mundo na atualidade, Falcão – o rei do futsal. Eleito pela FIFA o melhor jogador do mundo. Seus dribles, suas carretilhas e seu talento encantam o mundo do futsal. O paulista Falcão fez renascer a alegria do futsal.”

Eu entrevistei o “pai” da Dinastia da camisa 12: Jackson. Clique Aqui e ouça.

Imagem (tamanho não é documento) do dia.

Posted in Imagem do dia on maio 21, 2010 by Henrique André

Apesar da baixa estatura, o atacante Mádson – do Santos –  mostra que é um gigante dentro das quatro linhas…

Nome completo: Mádson Formagini Caridade
Data de nasc.: 21 de maio de 1985 (25 anos)
Local de nasc.: Volta Redonda (RJ), Brasil
Altura: 1,59 m
Peso: 68 kg
Apelido: Micão, Madshow, Madmax, Baixolinha, Batatinha

Informações profissionais
Clube atual: Santos
Posição: Meia-atacante

Clubes profissionais:
2006-2007 – Vasco da Gama
2007-2008 – Duque de Caxias
2008 – América de Natal
2008-2009 – Vasco da Gama
2009-2010 – Santos

Veja o Mádson em ação: Clique Aqui

Jornalista esportivo que não tem time de coração, não deve ter coração.

Posted in Esportes on maio 21, 2010 by Henrique André

Omitir e muitas vezes negar que tem um time de coração é uma ato comum entre os jornalistas esportivos. Para estes, assumir as cores dos clubes para os quais torcem é correr o risco de entrar em conflito com as torcidas adversárias.

Cresci observando meu pai aos berros, com um radinho de pilha junto ao ouvido e xingando jogadores e técnicos, mas também comemorando os gols  e os títulos do seu time de coração.

Logo captei aquilo tudo e – acho que até por instinto – descobri que não existe sensação melhor que entrar num estádio lotado e juntar-se a milhares de vozes para empurrar o seu time, seja numa quarta feira à noite ou num domingo de sol; na primeira ou na quinta divisão.

Na faculdade de jornalismo, a primeira lição aprendida – após ler vários conceituados manuais – foi que o principal papel do jornalista é informar, sempre com a maior veracidade possível.

Mas que controvérsia, hein? Como vou ser fiel ao meu público se quando questionado, não falo pra que time torço? Talvez este não seja um assunto de interesse público mas, ao mesmo tempo, talvez seja algo que me aproxime dele.  Para muitos a revelação pode gerar a perda de credibilidade e de imparcialidade.

Que me desculpem. Respeito toda e qualquer opinião contrária à minha e não julgo ninguém, mas acredito que o jornalista esportivo, assim como os próprios atores do futebol (técnicos, jogadores, dirigentes e torcedores) tem o seu time do coração e não devem escondê-lo. Se verdade gera credibilidade e imparcialidade, porque tanto mistério? Além disso, ambas as qualidades estão dentro da nossa personalidade e da nossa capacidade profissional e não no escudo de qualquer agremiação.

Vale lembrar também que ninguém precisa agradar a todos em nenhum lugar. Ser respeitado é o que realmente interessa. Opiniões divergentes sobram em qualquer mesa de boteco, seja entre amigos ou entre pessoas que acabaram de se conhecer e tratam sobre um mesmo assunto.

Futebol mexe com a emoção e com o coração das pessoas. Nada pior que a mentira e omissão para ferir um sentimento tão forte.

Hoje me espelho em grandes profissionais que vestem a camisa de um time de futebol mas que nem por isso se preocupam em rasgar elogios à ele e nem perdem o tempo tentando causar crise nos adversários.

Ah, e antes que eu me esqueça, eu e meu pai somos atleticanos…

Adeus ao ídolo e à América.

Posted in Esportes on maio 20, 2010 by Henrique André

Dezenove de maio de 2010 é uma data a ser esquecida tanto por cruzeirenses, quanto pelos atleticanos…

O Cruzeiro chegou às quartas de final da Taça Libertadores e pela terceira vez consecutiva não alcançou o tricampeonato. Neste ano, perdeu os dois jogos para o São Paulo, ambos por 2 a 0, e deu adeus à competição mais importante da América.

Já os atleticanos tiveram uma péssima notícia no início da noite: Marques Batista de Abreu, o maior ídolo da atualidade, não é mais jogador do Galo. Marques já havia anunciado que se aposentaria no final do ano, mas após uma conversa com a diretoria, acabou pendurando as chuteiras antecipadamente.

Quem perdeu mais?
Na minha opinião, perdeu o futebol mineiro.

Os cruzeirenses, mesmo sendo bicampeões da Libertadores [76/97], sonhavam com o tricampeonato. Outras oportunidades virão, é claro, mas a ferida ainda vai ficar aberta por um bom tempo.

Já os atleticanos, perderam um grande ídolo. É claro que outros podem aparecer, como o atacante Diêgo Tardelli, por exemplo, mas será difícil alguém esquecer o que Marques Batista de Abreu significou para a apaixonada massa do Galo.

Realmente, 19 de maio é um dia para ser esquecido. Mas o ídolo é eterno e as páginas heróicas e imortais também.

Porque os cruzeirenses devem acreditar

Posted in Esportes on maio 17, 2010 by Henrique André

São Paulo e Cruzeiro se enfrentam na próxima quarta-feira, no Morumbi, e a Raposa precisa vencer o tricolor paulista por três gols de diferença para avançar às semi finais da Taça Libertadores.

Decisão da Copa do Brasil de 2000: Cruzeiro 2 x 1 São Paulo
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No primeiro jogo o São Paulo venceu o Cruzeiro por 2 a 0, em pleno Mineirão. Na história atual (últimos 10/15 anos), a equipe mineira nunca venceu os paulistas por diferença maior de 2 gols, jogando no estádio Cícero Pompeu de Toledo (jogos válidos por competições nacionais e pela Libertadores). Mas, mesmo com todas as dificuldades, o torcedor do Cruzeiro tem motivos de sobra para acreditar na classificação.

Em 2000, as duas equipes se enfrentaram pela final da Copa do Brasil. No primeiro jogo um empate em 0 x 0 no Morumbi. No jogo de volta, um 1 x 1 – resultado que daria o título ao São Paulo – foi modificado aos 45 minutos do segundo tempo, após uma cobrança de falta do meia Geovanni. Com a vitória, a equipe comandada pelo técnico Marco Aurélio chegou ao tricampeonato da competição. (SAIBA MAIS)

Ano passado, também pelas quartas de final da Taça Libertadores, o Cruzeiro venceu as duas partidas contra o São Paulo. No primeiro jogo, vitória em casa por 2 x 1; no jogo de volta, novo triunfo, desta vez por 2×0, no Morumbi. Se repetir o resultado de 2009, o Cruzeiro decidirá a vaga para as semi finais nas cobranças de pênaltis.

Voltando um pouco mais no tempo…

Em 1966, o Cruzeiro bateu o Santos – de Pelé – e conquistou a Taça Brasil. Em 1996, bateu o Palmeiras – de Velloso, Djalminha, Rivaldo, Vanderlei Luxemburgo e cia – dentro do Palestra Itália, conquistando o bicampeonato da Copa do Brasil. No ano passado, o Cruzeiro derrotou o Santos, na Vila Belmiro – na última rodada do Campeonato Brasileiro – conquistando a quarta posição na tabela  e consequentemente se classificando para a Libertadores 2010.

A história comprova que a Raposa tem força nas decisões, e é acreditando nela que o torcedor cruzeirense vai lotar os bares da capital e vai fazer figa, para que a vaga nas semi finais da Libertadores 2010 esteja em mais uma das “páginas heróicas e imortais”.