Profissão “roda-gigante”…

… e haja altos e baixos.
A profissão de treinador de futebol é uma das poucas nas quais, o profissional é demitido por um mau desempenho e depois de algum tempo é readmitido como a solução para uma má fase do clube.

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Existem alguns casos que, você pensa em um determinado treinador e logo o associa à algum(s) clube(s), como por exemplo:

Atlético-PR – Geninho, Antônio Lopes
Atlético-MG – Procópio Cardoso, Emerson Leão, Levir Culpi, Celso Roth.
Botafogo – Ney Franco, Cuca, Paulo Autuori.
Corinthians – Luxemburgo, Nelsinho Batista, Parreira.
Coritiba – Ivo Wortmann
Cruzeiro – Marco Aurélio, Ênio Andrade, Paulo Autuori, Levir Culpi.
Flamengo – Joel Santanna, Andrade, Zagallo.
Fluminense – Renato Gaúcho, Joel Santana, Parreira.
Goiás – Hélio dos Anjos, Geninho
Grêmio – Celso Roth, Tite, Luis Felipe Scolari.
Internacional – Muricy Ramalho, Abel Braga
Palmeiras – Luxemburgo
São Paulo – Telê Santana, Muricy Ramalho.
Santos – Luxemburgo, Geninho, Emerson Leão, Serginho Chulapa.
Sport- Nelsinho Batista, Emerson Leão
Vasco da Gama – Antônio Lopes, Joel Santana.

… os chamados “Figurinhas repetidas”.

Em Minas Gerais existem dois casos especiais:

América-MG – Givanildo Oliveira, Pintado, Fávio Lopes e Nedo Xavier.
Villa Nova – Pirulito


A partir disso, surgem alguns questionamentos: Até onde vai a responsabilidade de um técnico de futebol no desempenho de um clube? Técnico ganha ou perde campeonato? Jogador derruba treinador?

… assunto para os próximos capítulos.

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